Dicas de dinâmicas divertidas 2 calcanhares

Dinâmicas divertidas - 2


41 - VARRENDO BOLAS
1- Destinatários: Grupos de Jovens ou adultos
2- Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equipe).
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número de integrantes. Colocam-se em filas paralelas, na linha de partida; em frente a elas, espalha-se uma quantidade de bolas. O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura. Dado o sinal, saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa, que deverá varrê-la da meta para a linha de partida, e assim sucessivamente. A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes.
4- Avaliação: - Para que serviu a dinâmica ?

42 - MISTER BALÃO
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
2- Material: 15 Balões por equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes. Cada uma delas escolhe um representante para o concurso de “Mister Balão”. A um sinal do animador, cada equipe procura “rechear” seu candidato até que fique repleto de balões. Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir “rechear”seu representante com o maior número de balões. O exercício é repetido por diversas vezes.
4- Avaliação: - Para que serviu a dinâmica??

43 - CORRIDA COM BOLAS
1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
2- Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de partida. Os primeiros representantes de cada equipe recebem, no menor tempo possível, a bola sobre a bandeja até à meta. As bolas que chegam a seu destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete o mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes tenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de suas bolas.
4- Avaliação: - Para que serviu a dinâmica ??

44 - INFLANDO BALÕES
1- Destinatários: Grupos de jovens.
2- Material: 15 balões para cada equipe e barbante ou linha para amarrar a boca dos balões.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o grupo em equipes. Cada qual recebe uma quantidade de balões, sem ar. A um sinal do animador, e no espaço de dois minutos, as equipes procuram inflar todos os seus balões. Ganha a equipe que conseguir a maior quantidade.
4- Avaliação: - Para que serviu a dinâmica??

45 - MEU VIZINHO
Formação: todos em círculo
Desenvolvimento: O animador começa o jogo dizendo: “O meu vizinho é ...” ( aqui diz uma qualidade ). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra. Por ex., se o animador disser: “Meu vizinho é corajoso”, todos os demais jogadores dirão palavras com a letra “C”. Não podem repetir palavras. Terminada a primeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.

46 - JOGO COMUNITÁRIO
Objetivo: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
Material: uma flor.
Desenvolvimento: Os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou... E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.

47 - PIQUE COMUNIDADE
Objetivo: Na catequese podemos utilizar essa brincadeira para trabalhar o Mês Vocacional, o mês Missionário, a pessoa do sacerdote, do catequista e também dos leigos que trabalham pela evangelização e que por meio de seus serviços buscam acolher às pessoas para a comunidade. Pode-se mostrar a importância da Corrente (símbolo de união) entre os participantes, já que a mesma facilita a evangelização de outra pessoa. Lembrar os textos bíblicos: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome..." (Mt 18, 20) "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho..." (Mc 16, 15)
Como brincar: Essa brincadeira é conhecida pelas crianças como pega-pega ou pegador. O pique-comunidade começa com uma criança (o pegador) correndo para pegar as demais. O participante que é tocado transforma-se também em pegador. De mãos dadas, eles passam a correr juntos para pegar os outros. Cada nova criança é agregada á corrente que vai crescendo. A brincadeira só termina quando a comunidade estiver formada e todos os participantes estiverem de mãos dadas. Nesse momento poderá ser feita uma oração pela união de todos. Não existe limite de participantes.

48 - FAZENDO FEIRA
Objetivo: Essa brincadeira visa integração, ao contar uma história, a criança se desinibe diante do grupo, além de desenvolver criatividade, coordenação motora e rapidez de raciocínio.
Material: Com antecedência, o catequista deve preparar crachás coloridos com cores de frutas (amarela, laranja, roxa, vermelha, verde etc.), escrever o nome dos catequizando e entregar no início do encontro.
Como brincar: Os catequizandos devem estar sentados em círculo. O catequista em pé, no meio da roda, explica a brincadeira: a história que vou contar é sobre uma feira. Mas atenção! Quando eu disser o nome da fruta, aquele que estiver com o crachá da cor dessa fruta deve levantar-se, rodopiar em volta de sua cadeira e voltar a sentar. Quando eu disser a palavra SACOLA, todos fazem a feira e mudam de cadeira. O catequista senta-se numa das cadeiras, para que um dos catequizandos fique sobrando e tenha que continuar a história.

49 - LOCOMOTIVA
Objetivo: De forma divertida, podemos memorizar os cinco Mandamentos da Igreja. Cada vagão da locomotiva representará um mandamento, e a locomotiva será o cristão. A locomotiva só poderá partir assim que todos os vagões estiverem ligados a ela. O catequizando só será capaz de percorrer os trilhos da evangelização se transportar com a sua vida os cinco Mandamentos, ou seja, as cinco dicas que o tornarão um verdadeiro cristão.
Como brincar: Trace duas linhas paralelas á distância de 10m, uma partida outra para chegada. Dividida seu grupo de catequizandos e forme duas fileiras distantes uma da outra. Um dos jogadores de cada equipe ficará atrás da linha de chegada, ele será a locomotiva. Os demais jogadores representarão os vagões e ficarão em posição.


50 - AMARELINHA
Objetivo: Assimilar os Dez Mandamentos da lei de Deus. Conscientizar o catequizando de que seguir os Dez Mandamentos o aproximará ainda mais de Deus.
Material: Giz de lousa para riscar a amarelinha no chão. Tampinha de garrafa ou um objeto com que se possa marcar a casa da amarelinha.
Como Brincar: Chame sua turma para brincar. Com um giz, risque no chão os desenhos da amarelinha. tire a sorte para ver quem começa. De fora da amarelinha, jogue uma tampinha, que deverá cair na casa de número1. Antes de pular diga o Primeiro Mandamento e depois, com um pé, comece a pular, seguindo a ordem dos números. Não pise a casa onde está a tampinha. Só coloque os dois pés no chão quando houver uma casa ao lado da outra. Vá pulando até chegar ao numero 2, abaixe-se, mantendo-se num pé só, pegue a tampinha e pule por cima da casa de número 1. Faça o mesmo com as outras casas. OBS: a brincadeira da amarelinha poderá ser usada para trabalhar os sacramentos também, nesse caso deve-se riscar o desenho com apenas sete casas.

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51 - FORMAÇÃO DE GRUPOS
Objetivo: Esta dinâmica visa a formar grupos, envolvendo e movimentando os participantes.
Material: Prever crachás, ou pequenos papéis com certos nomes, bichos...
Primeiro passo: Encaminhar
1- Num lado do crachá colocar o nome do participante e no verso colocar o nome de um bicho, de uma máquina, ou barulho, tais como:

Sugestões:

1 - Buzina 2 - Volante 3 - Motor 4 - Alarme 5 - Rezando 6 - Cantando 7 - Comendo 8 - Escrever a máquina 9 - Varrendo 10 - Gato 11 - Cachorro 12 - Cavalo 13 - Porco 14 - Galinha 15 - Galo 16 - Boi 17 - Tocando violão 18 - Sapo    

2- Estas realidades são colocadas tantas vezes quantas pessoas se quiser em cada grupo.
Segundo passo: Formação dos grupos
3- O assessor motiva a dinâmica e convida todos a imitar o seu bicho ou a fazer o barulho ou movimentos correspondentes à realidade.
Terceiro passo: Encaminhar o trabalho em grupo
4- Formados os grupos,
5- Encaminham-se os trabalhos nos grupos.
“Sinto-me com o direito a um nome próprio que, ao ser pronunciado uma só vez por Deus, se torna imortal e eterno.”

52 - CAÇA AO TESOURO
Objetivo: Esta dinâmica ajuda a memorizar os nomes dos participantes. Cria um clima mais aconchegante. Desinibe. Facilita a identificação entre pessoas parecidas... De acordo com o número de participantes, pode-se aumentar as questões.
Material: Prever uma folha com questionário e uma caneta para cada participante.
Primeiro passo: Encaminhamento e procura do outro
1- Os participantes vão se movimentando pela sala.
2- A partir da lista, cada um procura alguém que se encaixe em cada item.
3- Este, por sua vez, deve assinar ou rubricar o nome na lacuna ( após a questão).
4- Propiciar um bom tempo onde cada um vai ao encontro dos outros.
Segundo passo: Partilhar
5- Favorecer um tempo de partilha:
- para reações diante da dinâmica;
- o que chamou atenção e foi marcante;
- surpresas, dificuldades, descobertas...
6- Pode-se fazer um momento de oração em forma de agradecimentos, pedidos, preces.

A seguir algumas sugestões para movimentar o grupo.

1- Alguém com a mesma cor de olhos que os seus.
2- Alguém que viva numa casa sem fumantes.
3- Alguém que já tenha morado em outra cidade.
4- Alguém cujo nome tenha mais de seis letras.
5- Alguém que use óculos ou lentes de contato
6- Com uma camiseta da mesma cor que a sua.
7- Que goste de comer frutas.
8- Que tenha a mesma idade que a sua.
9- Que tenha um animal de estimação.
10- Que use um tênis ou sapato parecido com o seu.
11- Que já trabalhou na roça.
12- Que já sofreu um acidente: carro, moto, bicicleta ou casa.
13- Que já teve mais do que três namorados(as).
14- Que está estudando.
15- Que esteve na missa no último final de semana.
16- Alguém que participe de algum grupo ( jovens, liturgia)
17- Que tem 2 ou mais avós vivos.
18- Alguém que tenha mais de 3 irmãos.
19- Alguém que esteja lendo um bom livro.
20- Que goste de jogar futebol ou vôlei.
21- Alguém que ganhe menos de dois salários.
22- Alguém que tenha menos de 17 anos.
23- Que nunca foi reprovado no colégio.
24- Alguém que fazia muita arte (escola, em casa, na rua...).
25- Que costuma rezar todos os dias
26- Alguém que não goste de comer churrasco.
27- Que torce para um time de outro estado.
28- Que está com problemas no emprego.
29- Alguém que está um pouco ou muito apaixonado.
30- Que gosta de participar de encontros de formação.
31- Que já viajou para fora do estado onde nasceu.
32- Que gosta de passear
33- Que não gosta de cerveja.
34- Alguém que já tentou vestibular.
35- Alguém que tenha medo de rato, morcego, barata...
36- Alguém que nunca namorou seriamente.
37- Alguém que está seriamente preocupado com a pobreza no Brasil.
38- Que veio com medo para este encontro.

(Cf. “Dinâmicas em Fichas”, organizado pelo pé. Onivaldo Dyna, do Centro de Capacitação da Juventude, SP.) A dinâmica foi ampliada em suas questões e na sua conclusão.
“Ter muitos amigos é importante, mas mais importante é ser amigo de muitos.”

53 - DINÂMICA DA GEOGRAFIA
Objetivo: Apresentação por grupo, paróquias, comunidades, bairros ou cidades.
Material : Não necessita
Desenvolvimento:
O animador pede para as pessoas se agruparem por um parâmetro geográfico (ex. grupo, paróquia, cidade, etc. ), propõe agora que cada grupo crie uma música (usando músicas conhecidas ou não) falando de seu ambiente (grupo, cidade, etc., de acordo com a divisão). Passado alguns minutos para criação e ensaio da música, reúne - se o grupo organizando agora pela localização geográfica, a partir do animador que representará a localidade onde estão. Depois de todos estarem situados cada grupo cantará sua música e dirá o seu grupo ou cidade.

Comentários: Esta dinâmica poderá ser seguida da dinâmica do pião, por exemplo, para uma apresentação individual.

54 - PIÃO
Objetivo: Momento de apresentação de forma descontraída
Material: Não necessita
Desenvolvimento: Reunir os participantes em círculo e iniciar a brincadeira cantando e batendo palmas a música: O “nome da pessoa” não é capaz de botar o pião no chão (repetir) (enquanto canta este pedaço da música a pessoa vai ao centro do círculo), iá vai, ía vai, ía vai, oh..., ía vai o pião no chão (a pessoa com a mão na cintura rebola agachando até o chão) (repetir). Recomeçar a música, agora com outra pessoa.
Comentários: Esta dinâmica oferece um bom momento de descontração. Pode ser utilizada para apresentação individual ou de subgrupos.

55 - BINGO HUMANO
Objetivo: Motivar e dinamizar a apresentação em um grupo grande.
Materiais:
- crachás (que podem ser de acordo com a “dinâmica dos crachás”)
- alfinetes
-folhas do bingo (conforme modelo abaixo), sendo um para cada participante
-canetas – uma para cada participante
-saquinho (para colocar os crachás no momento do sorteio)
-Prêmio (para o vencedor do bingo)

Desenvolvimento: Conforme vão chegando os participantes, faz-se os respectivos crachás, mas não os entrega, guarda-os em um saquinho.
Depois de todos já estarem reunidos para o início o apresentador distribui para cada um uma folha de bingo e uma caneta e dá um tempo, por exemplo, três minutos para que todos saiam perguntando o nome de quem encontrar (se existirem nomes iguais colocar o sobrenome ou algo que identifique exemplo: grupo, cidade, etc.) e marcando nos quadrados da folha. Quando o tempo estiver encerrado, o apresentador pega os crachás e começa o Bingo sorteando os crachás, e quem tiver o nome sorteado marca na cartela, o primeiro a encher a cartela ganha o prêmio.
Obs. : Conforme vão sendo sorteados os crachás o apresentador vai entregando-o ao participante para não tumultuar ao final.

                        JUVENTUDE                        

56 - MEXE MEXE
Objetivo: Lazer e descontração
Material: Não necessário
Desenvolvimento: Reúne-se os participantes em círculo com o animador ao centro, explicando a música e a brincadeira. O animador começa andando ou correndo pelo círculo cantando acompanhado por todos: Da abóbora faz melão, do melão faz melancia (repetir), faz doce Sinhá, faz doce Sinhá, faz doce Sinhá Maria (enquanto canta esta parte as meninas vão para a frente dos rapazes que fazem os gestos estendendo o braço em forma de panela, e as meninas o gesto de misturar o doce. Terminado esta parte todos voltam ao seu lugar.

Quem quiser aprender tocar vai na casa do “nome da pessoa”, quem quiser aprender dançar vai na casa do “nome da pessoa” ( o animador vai dançando e para na frente da pessoa cujo o nome ele disse) ele pula, ele roda, ele faz requebradinha. (repetir) (o animador juntamente com todos fazem os gestos cantados). (agora o animador troca de lugar com a pessoa cujo nome foi dito recomeçando a brincadeira).

57 - FALAR ATÉ QUEIMAR
Objetivo: Forma de apresentação rápida (todos têm o mesmo tempo).
Materiais: Uma caixa de fósforo com fósforos
Desenvolvimento: Dispostos em círculo um participante recebe a caixa de fósforo e é convidado a riscar um palito enquanto o palito permanecer aceso deve falar de si apresentando-se (não pode ficar sem falar enquanto o palito estiver aceso e não pode falar mais quando o palito apagar). Quando o palito apagar passa a caixa ao próximo, recomeçando; até que todos tenham se apresentado.

58 - BRINCADEIRA DE RODA
Objetivo: Fazer a divisão em subgrupos de forma criativa.
Materiais: nenhum
Desenvolvimento: Convida-se alguns participantes para fazerem uma brincadeira de roda(o número de participantes será de acordo com o número de subgrupos que se quer formar). Canta-se uma cantiga de roda e os participantes convidados fazem a brincadeira. Terminada a música o animador pede que cada um chame mais duas pessoas e formem novas rodas. Canta-se outra cantiga de roda repete-se a brincadeira.

Terminada a música, o animador convida novamente os participantes para convidarem outras pessoas para participarem da brincadeira, cantando-se outra cantiga. E assim a brincadeira prossegue até que todos estiverem nas rodas. Neste momento estarão formados os subgrupos para os trabalhos.

59 - EU SOU O OUTRO
Objeto: Motivar e dinamizar a apresentação em um grupo.
Materiais: Não necessita.
Desenvolvimento: Dividir o grupo em duplas(preferencialmente em duplas que não se conheçam) e pedir que conversem a respeito de si, seus gostos, seus desejos, suas esperanças, sua família, sua casa, seu trabalho, etc. Depois de alguns minutos reúne-se todos e cada um vai se apresentar, mas dizendo as coisas do outro (exemplo: você se chama Paulo e gosta de arroz...etc).

60 - O BAILE DA MAMADEIRA
Objetivo: Lazer e descontração
Material: 3 cadeiras; 1 mamadeira; música (fita ou ao vivo)
Desenvolvimento: O animador (com a mamadeira na mão) senta-se numa das cadeiras deixando as outras vazias uma de cada lado. Supondo que o animador seja homem, então duas mulheres sentam-se ao seu lado, ele escolhe uma delas e sai dançando com a mesma ao som da música enquanto deixa a mamadeira com a outra. Então toma a cadeira do meio e aguarda que outros depois homens sentem-se ao seu lado, procedendo da mesma maneira. A brincadeira prossegue até que se descubra quem sobra com a mamadeira.

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61 - BICHO DE NOÉ
Objetivo: Lazer e descontração.
Materiais: 1 cadeira; 1 cobertor; 1 espelho
Desenvolvimento: O animador pede que dois voluntários se retirem da sala enquanto a brincadeira é explicada para o grupo. Coloca-se uma outra pessoa na cadeira, coberta com o cobertor, e com o espelho na mão colocada um pouco acima dos pés, escondido debaixo do cobertor. A pessoa sentada na cadeira chama-se Noé. Um a um entram os dois voluntários. O primeiro a se apresentar deverá ajoelhar-se diante de Noé e implorar-lhe em atos brados que lhe mostre um animal feio e asqueroso. Depois de implorar-lhe três vezes, o animador abaixa a cabeça deste voluntário que se encontra ajoelhado diante de Noé e levanta um pouco o cobertor até a altura do espelho. Olhando no espelho, Noé atendeu a prece.

62 - O ACIDENTADO
Objetivo: Descontração
Materiais: Uma batata cozida, um tomate, ou qualquer objeto mole; Uma venda para os olhos; Uma cadeira.
Desenvolvimento: Pede-se para duas ou três pessoas deixarem a sala. Escolher uma pessoa do grupo para ser o acidentado, após a escolha venda-se os olhos de uma das pessoas que saíram da sala e a traz para dentro da sala contando a ela que “nome da pessoa escolhida para ser o acidentado” sofreu um acidente grave e colocando a mão dele no pé de uma cadeira, diz: olha a perna “dele”(acidentado) Como esta fina, esta no osso.

Em seguida pão a mão dele nas costas do acidentado, dizendo: Olha como está em carne viva (o acidentado deve estar sentado em cadeira segurando o objeto ou uma batata) neste momento o acidentado grita “ai ai”, aproximando a mão da cabeça o acidentado, diz: Olha os miolos, estão saindo e pede para que a pessoa de olhos vendados ajude a colocar o olho do acidentado para dentro, pois esta caindo, pede para esticar o dedo e dizendo: “devagar, devagar, para não machucar” segure o dedo indicador dele e enfia-o na batata ou outro objeto. A reação da pessoa será um grande susto.

63 - PARCEIRA INFIEL
Objetivo: Descontração
Materiais: 1 cadeira para cada dois participantes
Desenvolvimento: Faz-se um círculo de cadeiras sentando-se as meninas nas cadeiras, deixando uma cadeira vaga. Os meninos ficam em pé atrás das meninas inclusive na cadeira vaga (um menino atrás de cada cadeira, caso seja desigual o número de participantes meninos e meninas o grupo que for maior sede elementos ao outro). A finalidade da brincadeira é o menino que está sem par conseguir roubar uma parceira deixando outro sem. Quando a brincadeira começa os meninos ficam com as mãos sobre os ombros das meninas, mas sem encostar (uns 20 cm acima) e o menino que está sem par vai piscar para uma das meninas, a menina tem que se levantar sem que o seu parceiro a segure (se conseguir vai ser parceira do outro e o seu antigo parceiro é que vai tentar arranjar outra parceira) se não conseguir sair então o menino que está sem parceira tenta novamente, com outra menina.
Comentários: O animador deve observar para que os meninos não usem de força evitando assim que machuquem as meninas. Deve observar também o momento de encerrar evitando que ela se torne cansativa.

64 - MUDANÇA DE GESTO
Objetivo: Lazer e descontração
Materiais: 1 batom
Desenvolvimento: Pede-se que um voluntário saia da sala. Na sua ausência prepara-se um círculo de cadeiras onde todos se sentam deixando uma cadeira vaga para o voluntário. A pessoa que ficará com o batom, deve se sentar ao lado onde se sentará o voluntário. Quando todos estiverem sentados, chama-se o voluntário e deve-se desafiá-lo a descobrir quem está comandando a mudança de gesto da brincadeira. Estes gestos podem ser passar a mão no rosto, na testa, no queixo, no pescoço, etc. A brincadeira começa então com os participantes fazendo os gestos. Depois de ocorrida alguma mudança, pergunta-se ao voluntário se ele sabe quem está comandando a mudança. Certamente não descobrirá pois em cada mudança de gesto ocorrida, a pessoa que estiver com o batom, sentado ao lado do voluntário, deverá marcá-lo com o batom sem que ele perceba. A brincadeira termina quando o voluntário percebe que está com o rosto marcado de batom.

65 - CARGA ELÉTRICA
Objetivo: Lazer e descontração
Materiais: Nenhum
Desenvolvimento: O animador pede que alguns voluntários se retirem da sala. Enquanto isso, combina com o grupo quem será o eletrizado, que deverá ser descoberto colocando a mão sobre a cabeça. Em seguida chama-se o primeiro voluntário. O animador solicita, então, que o mesmo descubra o eletrizado colocando as mãos sobre a cabeça dos participantes. Ao encostar as mãos na cabeça do escolhido, todo grupo dá um grito.
A brincadeira prossegue com os outros voluntários, podendo-se trocar a pessoa eletrizada.

66 - BRIGA DE GALO
Objetivo: Lazer e descontração
Materiais: Fita crepe; 1 tira de papel escrita a palavra “briga”; 1 tira de papel escrita a expressão “de Galo”
Desenvolvimento: O animador pede que dois voluntários se retirem da sala enquanto explica a brincadeira ao grupo. Chama-se logo após os voluntários e coloca-se nas costas de cada um uma tira de papel sem que saibam o que está escrito nas costas um do outro.
Os voluntários deverão esforçar-se para descobrir o que está escrito nas costas do companheiro, sem deixar que eles vejam que está escrito nas suas costas, e sem utilizar as mãos que deverão estar cruzadas para trás.
Comentários: Observa-se que os efeitos da brincadeira são semelhantes a uma briga de galo. Deve-se deixar a brincadeira transcorrer por algum tempo, caso ninguém consiga ler as tiras de papel, para-se a brincadeira e revela-se os escritos das tiras.

67 - PERGUNTAS INDISCRETAS
Objetivo: Descontração
Materiais: folha de papel sulfite; canetas
Desenvolvimento: O animador deverá distribuir a cada participante meia folha de sulfite, de um lado “perguntas” do outro “respostas”. No lado das perguntas, cada participante deverá completar a frase: O que você faria se ... obviamente uma pergunta. Depois que todos escreverem o animador recolherá as folhas, e irá embaralha-las e distribui-las de forma que cada participante receba uma folha, mas que não seja a dele para que ele possa responder a pergunta certamente, no lado das respostas.

Depois que todos terminarem de responder o animador recolherá as folhas novamente, e irá embaralha-las novamente e distribuí-las para iniciar a leitura das perguntas e respostas, só que, de uma forma diferente: um dos participantes começará lendo sua pergunta enquanto sua resposta será lida pelo participante que está a sua esquerda. Esse por sua vez, ira ler sua pergunta e o participante da sua esquerda, sua resposta, e assim sucessivamente até que todos leiam suas perguntas e respostas.

68 - A VIAGEM DO VOVÔ
Objetivo: Descontração
Material: Não necessita
Desenvolvimento: O animador orienta para que todos cantem e participem: O vovô foi para a Bahia visitar a minha vó e lá ele aprendeu a dançar o chép-chép. (enquanto canta o animador vai para frente de um dos participantes e faz o gesto cantando) chép-chép-chép (recomeça a cantar: “o vovô foi...”e vai para frente de outra pessoa sendo que a pessoa que estava na frente vai agora atrás dele fazendo o trenzinho) chép-chép-chép (faz um novo gesto) chép-chép-chép (faz o gesto anterior) (até que todos façam parte do trenzinho ).

69 - DEBAIXO DA SAIA DE DONA MARIA
Objetivo: Descontração
Material: Não necessita
Desenvolvimento: O animador não diz o nome da brincadeira, reúne o pessoal em círculo e pede para cada um cantar um pedaço de uma música, gesticulando (pode ser um comercial de televisão ou música qualquer).
Depois de todos terem cantado um pedaço da música, o animador diz o nome da brincadeira e pede para que se repita a música cantada, mas ao final da música a pessoa no ritmo dirá: debaixo da saia de D. Maria.

70 - FAIXA DE HOMENAGEM
Objetivo: Criar um momento de descontração ao final de um encontro ou reunião.
Materiais: Papel higiênico; Canetinhas; Grampeador
Desenvolvimento: Um pequeno grupo se reúne depois de observar os participantes, confecciona faixas (como as de miss ou presidente) de acordo com a característica de cada um, exemplos: “bonito”, “simpático”, “amigo”, “quieto”, “bagunceiro”, “introvertido”, “magro”, etc. Ao final do encontro ou reunião, reúne-se todos e realiza a entrega de faixas (não esquecer de criar um clima de premiação, fazendo por exemplo, que a pessoa ao receber a faixa, suba em uma cadeira).
Comentários: Se for um encontro o trabalho de observação para identificar as características podem ser realizadas durante todo encontro.

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71 - ORAÇÃO ÁRABE
Objetivo: Descontração
Materiais: Espaço para que façam um círculo ajoelhados no chão.
Desenvolvimento: Fazer uma introdução aproveitando a situação do momento, dizendo que os árabes viajam longas distâncias para irem ao templo orar e que hoje um jovem quando ia ao templo, no meio do caminho o seu camelo morreu e então ele nos pediu para que oremos juntos com ele para que ala lhe mande um camelo para que ele possa chegar ao templo.

Terminado a introdução convida a todos para fazerem um círculo, se ajoelhar e sentar no calcanhar, pedindo para que tenham fé explica como deve ser feita a oração árabe: sentados nos calcanhares bater todos juntos as mãos nas cochas e dizer “Aram-sam-sam” repetir o “Aram-sam-sam”, continuando de joelhos, levanta-se o corpo e batendo nas nádegas dizer “guli-guli-guli”, voltar na posição anterior (sentados nos calcanhares e repetir só uma vez batendo com as mãos nas cochas “Aram-sam-sam”, agora de joelhos curvar o corpo a frente colocando as mãos no chão e dizer: “Alá” voltar à posição anterior sentados nos calcanhares e repetir o gesto de curvar o corpo e dizer “Alá”, agora levantando os braços ao alto, dizendo “Alá me mande um camelo”. O apresentador pergunta agora se veio o camelo (todos responderão que não) então conclui que o pedido está fraco e que ala não está ouvindo então pede para que se repita a oração, mas agora mais forte. (recomeçar a brincadeira).

O apresentador pergunta novamente se o camelo veio.......pede que se tenha mais fé e se ore com mais força (recomeçar a brincadeira). O apresentador agora dizendo que Alá nunca decepciona seus seguidores diz que ala não mandou um camelo, mas mandou um monte de burros e aponta para todos da roda.

Comentários: Esta brincadeira pode ser utilizada para uma simples descontração, ou ainda se adaptada, poderá se transformar em uma dinâmica para analise da manipulação religiosa.

72 - BONECO DE LATA
Objetivo: Descontração, trabalho com o corpo.
Materiais: Não necessita.
Desenvolvimento: A brincadeira consiste em cantar a musica e gesticular de acordo com ela. O animador vai a frente e puxa a brincadeira: meu boneco de lata caiu com “parte do corpo” no chão (todos levam ao chão a parte do corpo cantada), levou mais de “uma hora”(todos mostram com os dedos a quantidade de horas, a cada parte do corpo aumenta-se uma hora), para fazer arrumação (ir mexendo como se estivesse desamassando as partes do corpo e dizer) “desamassa aqui”, “desamassa aqui”(desde a primeira parte até a última ir fazendo uma sequencia) pra ficar bom (repete-se a música aumentando uma parte do corpo).

Comentários: É importante a criatividade do animador. É importante também observar o momento para terminar, não permitindo assim, que se torne cansativo.

73 - NOITE DE NÚPCIAS
Objetivo: Descontração
Material: Não necessita
Desenvolvimento: Formar um círculo de pessoas e pedir que três voluntários retirem-se da sala. Após a ausência dos três, o animador orienta o restante do grupo, para que todos fiquem quietos e calados no momento em que um dos voluntários entrarem, esperando o voluntário dizer algo que, representará a primeira palavra que dirá na noite de núpcias o grupo por sua vez, começa a dar gargalhadas, deixando o indivíduo surpreso e sem entender o motivo da mesma. Após cada voluntário, explica-se a ele o motivo das risadas, pois a palavra que ele disse seria a primeira palavra de sua noite de núpcias.

74 - TIRO AO ALVO
Objetivo: Lazer e descontração
Materiais: 1 desenho de um alvo; 1 pequeno copo (café) com pó de café usado ou massa de farinha; 1 venda para os olhos

Desenvolvimento: O animador pede que dois voluntários se retirem da sala. Na ausência dos mesmos coloca-se o alvo em uma parede. A seguir chama-se um de cada vez os voluntários e pede-se a eles que observem bem o ponto central do alvo que deverá depois acertar com os olhos vendados. O voluntário deve ficar a uma certa distância do alvo, seus olhos são então, vendados e ele terá que percorrer a distância de braço estendido e apontando com o indicador o alvo. Enquanto isto, alguém do grupo com o copo se colocará em frente do desenho, à altura do alvo, de sorte que o jogador coloque o dedo dentro.

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O Almanaque de Brincadeiras e Dinâmicas, aqui publicado, é parte de um monumental trabalho de pesquisa de Eliseu de Oliveira Cunha, uma pessoa que acredita que “Os benefícios da brincadeira, sobretudo na vida da criança, são gigantescos. A brincadeira está entre os exercícios físicos mais completos de todos, e é também através dela que agregamos valores e virtudes à nossa vida.”

Obra bem elaborada e incrivelmente completa, contem centenas de atividades recreativas, dentre brincadeiras de rua, brincadeiras infantis, brincadeiras antigas, brincadeiras folclóricas, brincadeiras para jovens, dinâmicas de grupo e tarefas de gincana para todas as idades e ocasiões.

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Atividades Recreativas e Tarefas de Gincana - 1

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Publicado no Portal da Família em 26/05/2014

 
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7 causas de dor no calcanhar e o que fazer em cada caso

Existem diversas causas para a dor no calcanhar, desde alterações no formato do pé ou forma de pisar, excesso de peso, esporão no calcâneo, uma pancada, até doenças inflamatórias mais graves como fascite plantar, bursite ou gota, por exemplo, que podem tanto causar dor constante ou somente ao pisar, assim como surgir em um ou ambos os pés. 

Para aliviar a dor, recomenda-se a consulta com o ortopedista e acompanhamento do fisioterapeuta, que podem identificar a causa, e indicar tratamentos adequados, que podem ser o uso de remédios anti-inflamatórios, órteses para os pés, realização de repouso e técnicas de fisioterapia para correção postural, alongamento e fortalecimento articular. 

7 causas de dor no calcanhar e o que fazer em cada caso

Algumas causas mais comuns da dor no calcanhar e o que fazer em cada caso, incluem:

1. Alterações biomecânicas

Alterações no formato do pé ou na forma de caminhar, seja já nascidas com a pessoa, ou adquiridas ao longo da vida, como por exemplo o pé plano ou chato, além do varismo ou o valgismo do retropé são importantes causas de dor no calcanhar. Isto acontece pois, como estas modificações provocam um mau apoio do pé no chão, podem acabar sobrecarregando alguma articulação ou osso que não deveriam.

  • O que fazer: em alguns casos, podem ser indicados exercícios de correção postural, uso de órteses e palmilhas ou, até, cirurgia, entretanto, é necessário o seguimento do ortopedista e do fisioterapeuta, para avaliação das alterações e planejamento do melhor tratamento.

Deve-se lembrar que as mulheres que usam salto frequentemente provocam uma espécie de "deformidade" momentânea na biomecânica dos pés, o que pode comprometer o tendão e músculo da panturrilha, o que também é causa de dor no calcanhar. 

2. Fascite plantar 

A fascite plantar é a inflamação do tecido que reveste toda a planta do pé, geralmente causado por traumas repetitivos ou lesões na fáscia plantar, que é uma banda fibrosa e firme que sustenta e mantém o arco plantar de pé, o que leva à uma inflamação local.

Algumas das suas principais causas incluem ter esporão do calcanhar, ficar de pé por longos períodos, excesso de peso, ter pés planos e excesso de atividade física. Esta inflamação costuma causar dor embaixo do calcâneo, que piora pela manhã ao iniciar a marcha, melhora após os primeiros passos e, além disto, pode causar inchaço local e dificuldade para andar ou usar calçados. 

  • O que fazer: alongamento da panturrilha e da planta do pé, exercícios de fortalecimento, massagem com fricção profunda, infiltração com corticosteroides, calcado com palmilha, radiofrequência no local da dor, tala para dormir são formas de tratamento que podem ser indicadas. Alguns exercícios incluem enrugar uma toalha estendida no chão e pegar uma bolinha de gude.

Entenda a fascite plantar aqui.

3. Esporão do calcâneo

É uma pequena projecção fibrosa que se forma no osso do calcanhar, e resulta de uma pressão e sobrecarga intensa sobre a planta do pé durante longos períodos de tempo, por isso, é mais comum em pessoas acima dos 40 anos, pessoas com excesso de peso, uso de calçados pouco apropriados, deformidades nos pés ou praticantes de corrida, por exemplo.

Quem tem esporão pode apresentar dor ao levantar-se ou pisar, sendo comum pela manhã. Além disso, é muito comum que o esporão esteja associado à formação da fascite plantar, já que a inflamação pode se estender para estruturas próximas. 

  • O que fazer: o tratamento do esporão costuma ser feito quando há inflamação local, principalmente quando em conjunto com a fascite plantar, sendo recomendado o uso de gelo, repouso e uso de anti-inflamatórios, orientados pelo médico. Estas medidas costumam ser suficientes, sendo que a cirurgia para retirada do esporão pode ser indicada, mas raramente é necessária.

4. Bursite do calcanhar

A bursa é uma pequena bolsa que serve de amortecedor que fica localizada entre o osso do calcanhar e o tendão de aquiles, quando esta inflama há dor na parte posterior do calcanhar, que piora ao movimentar o pé. Esta inflamação geralmente surge em pessoas que praticam exercícios ou são atletas após uma entorse ou contusão mas também pode acontecer devido a deformidade de Haglund que ocorre quando existe uma proeminência óssea na parte superior do calcâneo, causando dor no calcanhar mas na parte posterior do calcanhar, próximo ao tendão de Aquiles.

  • O que fazer: pode ser necessário tomar anti-inflamatórios, usar compressas de gelo, diminuir os treinos, uso de aparelhos de fisioterapia, alongamentos e exercícios. 
7 causas de dor no calcanhar e o que fazer em cada caso

5. Doença de Sever

A doença de Sever é a dor na região da placa de crescimento do osso calcâneo que afeta crianças que praticam exercícios de impacto como corrida, salto, ginástica artística e bailarinos que dançam com muitos saltos na ponta dos pés. 

  • O que fazer: deve-se reduzir a intensidade dos treinos e os saltos para evitar seu agravamento, além disso é possível colocar algumas pedrinhas de gelo enroladas num guardanapo durante 20 minutos e usar uma calcanheira para apoiar o calcanhar dento dos sapatos e não andar descalço. Sempre começar o treino com 10 minutos de caminhada.

Se deseja saber mais sobre essa doença, leia: Doença de Sever - Sintomas e Tratamento

6. Pancada

Um traumatismo no calcanhar, causado por uma pancada, um salto, durante uma corrida ou devido a desgaste no calçado, pode causar dor na região, que pode durar vários dias, já que podem ocorrer lesões na pele, músculos e ossos da região. 

  • O que fazer: é recomendado fazer repouso por um período, o que varia de acordo com a intensidade da lesão, mas que pode ser entre 2 dias a 1 semana. Caso a dor persista, é necessária uma avaliação do ortopedista, para observar se há lesões mais graves, e necessidade de uso de remédios anti-inflamatórios ou imobilização do local.

Uma boa dica para recuperar mais rápido é fazer compressas de água fria, para diminuir a inflamação e o inchaço, além de escolher calçados confortáveis. 

7. Gota

A gota, ou artrite gotosa, é uma doença inflamatória causada pelo excesso de ácido úrico no sangue, que pode se acumular na articulação e causar inflamação e dor intensa. Embora seja mais comum no dedão do pé, a gota também pode surgir no calcanhar, já que os pés são os principais locais para o acúmulo de ácido úrico.

  • O que fazer: o tratamento para as crises de gota é orientado pelo médico, e envolve remédios anti-inflamatórios, como Ibuprofeno ou Naproxeno, por exemplo. Em seguida, é necessário o acompanhamento com o rematologista, que também pode prescrever remédios para controlar os níveis de ácido úrico no sangue para evitar novas crises e prevenir complicações.

Entenda melhor o que é e como identificar a gota.

Como saber a causa da minha dor

A melhor forma de saber a causa da dor no calcanhar é tentar encontrar exatamente o local da dor e tentar identificar alguma causa como ter aumentado a atividade física, ter inciado um novo esporte, uma pancada nesse local ou algo do gênero. Colocar uma compressa gelada no local da dor pode aliviar os sintomas assim como deixar os pés de molho numa bacia com água quente.

Se a dor persistir por mais de 1 semana deve-se ir ao médico ortopedista ou fisioterapeuta para que a causa seja identificada e o tratamento seja iniciado. 

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